Quando um plano de saúde ou o poder público diz não, a recusa chega em linguagem de contrato, com prazo curto e sem explicação — e quase sempre no pior momento possível. Meu trabalho é traduzir o que aconteceu, dizer com clareza se há caminho e enfrentar quem está do outro lado.
O escritório nasceu em 2021, no direito digital. O trabalho era ler contrato de plataforma, achar a cláusula abusiva, entrar com urgência e litigar contra empresa com departamento jurídico maior que o meu. De um lado, uma pessoa. Do outro, uma estrutura que conta com o cansaço dela.
Em 2025 essa mesma habilidade encontrou um lugar onde faz mais diferença. Mudou o contrato, mudou o adversário, mudou o que está em jogo — que agora não é dinheiro nem reputação, é tratamento. O resto é o que eu já fazia.
Em 2022, minha avó foi diagnosticada com um câncer neuroendócrino com metástases. O tratamento dependia de uma injeção de uso contínuo, aplicada a cada 28 dias. A família pediu o medicamento ao município e esperou meses sem resposta.
Eu era advogado e não atuava nessa área. A família contratou outro profissional, e o caso foi resolvido na Justiça.
Ficou a lição de que entre ter um direito e conseguir exercê-lo existe uma distância que só se atravessa com alguém que saiba o caminho. E ficou o incômodo de, naquela vez, não ter sido eu.
Trabalhamos em equipe, o que significa que seu caso não fica parado quando alguém está em audiência. O atendimento é feito à distância, para todo o Brasil, e os processos tramitam de forma eletrônica — a distância não muda o andamento nem o custo.
Você fala com quem está cuidando do seu caso, não com um setor.
Escreva com suas palavras. Respondo dizendo se há caminho — mesmo quando a resposta é que não há.