O hospital marca a alta antes de o paciente ter condições, ou o plano recusa o cuidado em casa depois da internação. Nos dois casos alguém decide pelo paciente sem estar ao lado dele — e é isso que se discute.
A internação caminhava bem até a auditoria do plano entrar em contato com o hospital. A partir dali aparece a alta, o corte de dias de UTI, a recusa da enfermagem em casa, ou a proposta de trocar o cuidado contínuo por visitas ocasionais.
A família fica no meio: o médico diz uma coisa, o plano diz outra, e o hospital pressiona pelo leito. Quem cuida acaba assumindo o custo para não arriscar. Antes de fazer isso, vale entender que a negativa quase nunca é a palavra final.
Escreva com suas palavras e, se tiver, anexe o relatório do médico e a negativa. Respondo no mesmo dia útil dizendo se há caso e qual o caminho.