Nem todo resultado ruim é erro, e nem todo erro é culpa de uma pessoa. O que se examina é a conduta e a informação: o que foi feito, o que se esperava que fosse feito, e o que você soube antes de decidir. O primeiro passo é sempre o prontuário.
Uma cirurgia com resultado diferente do combinado, um diagnóstico que demorou, uma infecção depois do procedimento, uma medicação trocada. Quase sempre a explicação recebida no hospital é curta e técnica, e a pessoa sai de lá sem entender o que houve.
É por isso que este é o tipo de caso que não se resolve por convicção. Antes de afirmar que houve erro, é preciso ler o prontuário e comparar o que foi feito com o que era esperado. Muitas vezes a análise mostra que não houve falha — e essa resposta também tem valor.
Escreva com suas palavras, sem se preocupar com termo técnico. Se já tiver o prontuário, anexe. Respondo no mesmo dia útil dizendo se vale examinar a fundo.